A preservação de madeiras apresentou seus primeiros sucessos a partir do início de 1800 com o advento do desenvolvimento científico e industrial. Em 1982 ocorreu a realização do primeiro Encontro Brasileiro em Preservação de Madeiras, com a participação de 142 pesquisadores demonstrando assim o grande avanço em pesquisas e a necessidade de conhecimentos avançados nessa área.
A madeira pode ser degradada de forma abiótica ou biótica. Dentre as formas abióticas pode-se citar: degradação térmica, degradação química (hidrólise e oxidação), erosão superficial produzida por fenômenos de inchamento e retração, fotodegradação (raios ultravioleta) e/ou outras causas (oxidação, erosão eólica, etc.). Segundo A degradação biótica ocorre porque os agentes biológicos reconhecem nos polímeros naturais da parede celular a fonte de nutrição, retirando, daí, a energia necessária para a sua sobrevivência. Entre eles, destacam-se as bactérias, fungos, insetos, moluscos e crustáceos. As conseqüências dos fenômenos de degradação da madeira são de diversa natureza. As mais evidentes manifestam-se na perda de peso, redução das propriedades mecânicas, e modificação das características de permeabilidade e higroscopicidade.
A madeira é degradada porque os agentes biológicos, principalmente, reconhecem nos polímeros naturais da parede celular a fonte de nutrição, retirando, daí, a energia necessária para a sua sobrevivência. Entre eles, destacam-se as bactérias, fungos, insetos, moluscos e crustáceos. Além do ataque desses organismos, a madeira sofre a influência das variações da temperatura, da precipitação pluviométrica e das substâncias químicas presentes no meio, quando exposta às intempéries do tempo. O fogo, a poluição e a radiação ultravioleta são também responsáveis pela destruição da madeira. A preservação da madeira tem a função de desenvolver processos e produtos que visem ao retardamento da deterioração da madeira, protegendo-a contra os mencionados agentes deterioradores e aumentando a sua durabilidade.(Silva,2007)
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