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10/07/2008

Entomologia, INSETOS

Entomologia é a ciência que estuda os insetos sob todos os seus aspectos e relações com o homem, as plantas e os animais. A entomologia é proveniente da união de dois radicais gregos entomon = inseto e logos = estudo e vem sendo empregada desde Aristóteles.

Os insetos e os seres vivos:

Os insetos vivem na terra a 300 milhões de anos.
O homem vive a 1 milhão de anos.
Reinos Vegetal + animal = 1.500.000 espécies.

Classe Insecta = 815.000 espécies, ou seja:

55% dos seres vivos
72% dos animais

Características dos insetos:

Tamanho - Frações de mm até 30 cm
Corpo - Dividido em cabeça, tórax e abdômen
Respiração - Traqueal
Desenvolvimento - Direto nas ordens primitivas (Thysanura e Collembola), com metamorfose nas outras ordens
Metamorfose completa = ovo - larva - ninfa - pupa - adulto


Importância dos Insetos como Grupo de Animais e suas relações com o Homem:

Segundo ZUNDIR & MIYAZAKI (1993), desde os primórdios da humanidade, os insetos estiveram de uma maneira ou de outra relacionados com o homem, ao ponto de se poder afirmar que a sobrevivência do homem depende do equilibro deste grupo de animais, pois e de conhecimento público que o maior inimigo dos insetos são os próprios insetos,. Sendo assim o desequilíbrio de uma parte do sistema formado pelos insetos, pode afetar vários setores da nossa sociedade como a produção agrícola e florestal, além de desencadear uma série de doenças

Fonte: http://www.floresta.ufpr.br/~lpf/ind_entomologia.html


Jardins da Idade Antiga


Estilo Egípcio:

Época ( 2.000 AC);
Características dos jardins: linhas retas, formas geométricas em perfeita simetria, orientados de acordo com os pontos cardeais, jardins concebidos na astrologia com interveniência de sacerdotes e religiosos.

Plantas utilizadas: palmeiras, figueiras, videiras, plantas aquáticas (lótus, papiros).

Destaque: Traçado geométrico.

Estilo Grego

Época (1.100 AC);

Características: influenciados pelos jardins Egípcios, terreno montanhoso, não eram muito simétricos pelas condições diferentes de clima, solo e relevo, recinto fechado.

Plantas utilizadas: peras, romãs, maçãs, figos, oliveira, videira, hortaliças.

Destaque: criaram praças públicas, urbanização, plantio ordenado da vegetação nos prédios e ruas; estátuas, conforto a população,

Exemplos: Jardins Hesperides, Jardins Academus (ponto de reunião de professores e filósofos, origem da academia).

Estilo Persa:

Época (500 AC);

Características: (não há estátuas pois as leis persas não permitem), espelhos d’água, canais principais em cruz ( 4 moradas do universo), tanques revestidos com azulejos azuis, frescor das águas, estilo não só para contemplação mais para deleite do povo).

Plantas utilizadas: Plátanos, ciprestes, pinus, palmeiras, amendoeiras, laranjeiras, roseiras, tulipas, lírios, prímulas, narcisos, jacintos, açucenas, jasmins, murtas.

Destaques: introdução de espécies floríferas, canais, perfumes, azulejos, quiosques bem adornados.

Estilo Romano:

Características : interpenetração casa /jardim, miscigenação grego/romana, vilas romanas (vila Adriana, vila Laurentina), jardins para fins recreativos, topiárias, artes (escultura, estátua, pergola, espelho d’água), irrigação planejada, elemento decorativo, reserva hídrica e refrigeração, jardins privativos).

Plantas utilizadas: coníferas, plátanos, amendoeiras, pessegueiros, macieira, videiras, hortas, ciprestes, buxos, rosas trepadeiras).

Destaque: topiárias (esculturas feitas com a poda em plantas), irrigação, casa x jardim, recreação, vila, tanque de mármore, fonte de água, bancos de mármore para sentar.

Fonte: Campos, 2008

Jardins Suspensos da Babilônia - Mito?

A terceira maravilha são os Jardins Suspensos da Babilônia, construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia - no atual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços superpostos onde foram plantadas árvores e flores.


Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas e fontes. Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher, Amitis, saudosa das montanhas do lugar onde nascera.


Capital do império caldeu, a Babilônia, sob Nabucodonosor, tornou-se a cidade mais rica do mundo antigo. Vivia do comércio e da navegação, buscando produtos na Arábia e na Índia e exportando lã, cevada e tecidos. Como não dispunham de pedras, os babilônios usavam em suas construções tijolos de barro cozido e azulejos esmaltados. No século V a.C., Heródoto dizia que a Babilônia "ultrapassava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido". Mas em 539 a.C. o império caldeu foi conquistado pelos persas e dois séculos mais tarde passou a ser dominado por Alexandre, o Grande, tornando-se parte da civilização helenística. Depois da morte de Alexandre (323 a.C.), a Babilônia deixou de ser a capital do império. Começou assim sua decadência.

Não se sabe quando os jardins foram destruídos; sobre as ruínas da Babilônia ergueu-se, hoje, a cidade de Al-Hillah, a 160 quilômetros de Bagdá, a capital do Iraque.


Fonte: http://br.geocities.com/mitologica_2000/7jardins.htm

Preservação de madeiras

A preservação de madeiras apresentou seus primeiros sucessos a partir do início de 1800 com o advento do desenvolvimento científico e industrial. Em 1982 ocorreu a realização do primeiro Encontro Brasileiro em Preservação de Madeiras, com a participação de 142 pesquisadores demonstrando assim o grande avanço em pesquisas e a necessidade de conhecimentos avançados nessa área.

A madeira pode ser degradada de forma abiótica ou biótica. Dentre as formas abióticas pode-se citar: degradação térmica, degradação química (hidrólise e oxidação), erosão superficial produzida por fenômenos de inchamento e retração, fotodegradação (raios ultravioleta) e/ou outras causas (oxidação, erosão eólica, etc.). Segundo A degradação biótica ocorre porque os agentes biológicos reconhecem nos polímeros naturais da parede celular a fonte de nutrição, retirando, daí, a energia necessária para a sua sobrevivência. Entre eles, destacam-se as bactérias, fungos, insetos, moluscos e crustáceos. As conseqüências dos fenômenos de degradação da madeira são de diversa natureza. As mais evidentes manifestam-se na perda de peso, redução das propriedades mecânicas, e modificação das características de permeabilidade e higroscopicidade.

A madeira é degradada porque os agentes biológicos, principalmente, reconhecem nos polímeros naturais da parede celular a fonte de nutrição, retirando, daí, a energia necessária para a sua sobrevivência. Entre eles, destacam-se as bactérias, fungos, insetos, moluscos e crustáceos. Além do ataque desses organismos, a madeira sofre a influência das variações da temperatura, da precipitação pluviométrica e das substâncias químicas presentes no meio, quando exposta às intempéries do tempo. O fogo, a poluição e a radiação ultravioleta são também responsáveis pela destruição da madeira. A preservação da madeira tem a função de desenvolver processos e produtos que visem ao retardamento da deterioração da madeira, protegendo-a contra os mencionados agentes deterioradores e aumentando a sua durabilidade.(Silva,2007)

Homenagem

Gostaria de deixar aqui registrada minha admiração e carinho por um dos mais novos Engenheiros Florestais desse país, meu querido Cavaleiro R. Parabéns pela batalha vitoriosa!!!

Secagem de Madeiras

Estudo Engenharia Florestal e dentre as disciplinas que já fiz, existe uma que pode parecer muito chata e desnecessária. É a tal "Secagem e Preservação de Madeiras".
Como disse o próprio professor: "ninguém sabe a importância de se secar e preservar a madeira!!!".

Sua casa tem portas que emperram no tempo úmido? Tem pisos de madeira retorcidos? Deva isso as empresas madeireiras que vendem a madeira úmida, sem ao menos secar ao ar livre.
Uma das piores consequências nessa atitude diz respeito ao transporte... Quando não se seca a madeira e a transporta para lugares distantes, leva-se muita água. Se tais peças fossem secadas apenas ao ar livre já seriam diminuídos cerca de 400Kg por m3 do peso total. E o custo com o transporte seria bem menor. Isso sem contar que transportar tudo de caminhão num país do tamanho do nosso é uma coisa bem "desinteligente".
Dentre os benefícios de se secar a madeira estão:
----Diminuição na movimentação dimensional
----Redução do risco de ataques de fungos
----Aumento da resistência mecânica
----Melhora na fixação de pregos e parafusos
----Melhora nas propriedades de isolamento térmico, elétrico e acústico